E se a home do Google fosse redesenhada apenas com tipografia?
A idéia foi utilizar apenas as palavras e o alinhamento entre elas para compor um grid imaginário na interface do site. A nova proposta contém apenas elementos vetoriais (os textos e a caixa de busca), garantindo mais leveza ao usuário. O Google prima sempre pela simplicidade, e uma interface all-type é a solução mais próxima desse raciocínio. Além disso, o uso de uma única família de fontes reforça o caráter de leveza e simplicidade.
Preocupações técnicas envolvidas:
- A eliminação de imagens em bitmap (como o logotipo antigo) deixa a página com menos bytes, sendo carregada mais rapidamente que a antiga.
- A ausência de grids e tabelas faz com que o site seja compatível com mais dispositivos (telas, aparelhos, computadores).
- A largura da página foi reduzida, facilitando a adaptação a outras plataformas (celulares, handhelds, smartphones, mini notebooks etc.).
- Algumas informações foram reorganizadas (iGoogle tratado como um serviço como os outros) e o botão Pesquisar foi eliminado, já que o usuário está habituado a usar a tecla enter para confirmar a pesquisa.
- As cores do logotipo e as serifas na fonte foram mantidas, já que são reconhecidas mundialmente e possuem uma forte lembrança de marca.
- A semelhança com o site atual é proposital, já que uma mudança brusca poderia causar estranhamento por parte do usuário ou complicações nas regras de negócios da empresa.
- A fonte Garamond é reconhecida por mais de 98% dos browsers presentes atualmente no mercado.
Interessante o exercício. Retomar alguns pontos vistos na teoria e colocá-los em prática é a melhor forma de fixar um conteúdo – ainda mais sabendo dosá-los com as restrições técnicas dos meios digitais envolvidos.
























